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Dentes de leite: o que fazer quando os dentes estão nascendo?

Os famosos dentes de leite, chamados dentes decíduos, são sempre um ponto de interrogação para os pais, principalmente os de “primeira viagem”. Durante o primeiro ano de vida, nascem os primeiros dentes do bebê. Cada criança reage de uma forma e os pais precisam ser pacientes  para lidar com os sintomas, que podem incluir irritação e vermelhidão na gengiva.

 

Para ficar mais fácil entender quais são os cuidados necessários, é muito importante que os pais conheçam a cronologia da erupção dos dentes de leite. Mas vale ressaltar que cada organismo tem seu próprio ritmo. De qualquer modo, os primeiros aparecem por volta dos seis meses de vida.

 

Os primeiros dentes de leite

Como dissemos, os primeiros dentes de leite a erupcionar surgem por volta dos seis meses de idade e são os incisivos centrais inferiores. Por volta de um ano, surgem os incisivos centrais superiores e os laterais. Aos 18 meses, erupcionam os primeiros molares de leite e, aos dois anos e meio, a dentição (de leite) fica completa com os caninos e segundos molares, formando os 20 dentes de leite que constituem as arcadas.

 

Sintomas

Durante a dentição, alguns bebês ficam mais agressivos do que o habitual por causa da dor e inchaço nas gengivas. Os sintomas geralmente aparecem cerca de três a cinco dias antes do dente nascer (mas há casos em que duram semanas), e desaparecem assim que  os dentes rompem a pele. Mas há alguns bebês sortudos que não sofrem absolutamente nada com o nascimento dos primeiros dentinhos.

 

Nessa fase o bebê passa a ficar mais tempo com os seus brinquedos pelo chão e acaba colocando a mãozinha na boca mais vezes por causa do desconforto gengival. Esta pode ser a causa das diarreias, vômitos e febre. Estes sintomas não estão relacionados diretamente ao nascimento dos dentes de leite, mas ao contexto em que ele acontece e em como a criança age para aliviar o incômodo.

 

Como aliviar os sintomas

Quando os dentes de leite nascem, a sensação traz desconforto mesmo. Para aliviar, os mordedores são ótimas opções, já que que ajudam a criança a coçar a gengiva. Alguns modelos podem ser colocados na geladeira. A baixa temperatura ajuda a amenizar a dor.

 

Outra coisa importante é não deixar de higienizar os dentes da criança. É importante não ficar com pena do bebê por causa da irritação e desconforto e pular essa parte. A falta de higienização pode levar a infecções e outros problemas maiores.

 

Dessa maneira, quando aparecerem os primeiros dentes da frente, a limpeza deve ser feita com um tecido macio e limpo, umedecido em água limpa. Já quando surgirem os outros dentes, a limpeza já pode ser feita com uma escova de dente macia e sem pasta de dente, apenas molhada em água limpa.

A pasta de dente pode começar a ser utilizada quando o bebê tiver todos os dentes de leite. Durante a infância, é recomendável que use a pasta infantil, pois possui flúor em quantidade recomendada para a idade. Para tirar dúvidas a esse respeito, consulte um dentista.

É importante procurar um profissional de confiança. Entre em contato com a gente e agende uma avaliação. Temos excelentes profissionais para atender o seu filho! Clique aqui!

 

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Tipos de aparelhos dentais: diferenças e indicações

É dito e feito, a maioria das pessoas que entra em um consultório com a suspeita de usar aparelho nos dentes é: “Quando? Fixo ou móvel? Tem colorido?”, mas depois que passa a novidade e uma possível empolgação, a dúvida seguinte é se vai tirar logo. Você ou alguém que você conhece, certamente já utilizou essa maneira de corrigir os dentes, mas você sabe quais os tipos de aparelhos dentais que existem?

 

Vamos expor aqui um pouquinho do universo ortodôntico para explicar os mais comuns. No geral, eles são divididos em fixos, quando não é possível retirá-los, e móveis, quando eles podem ser removidos em momentos específicos do dia. Mas ainda existem outras especificações com relação aos tipos de aparelhos dentais. Acompanhe no artigo:

 

Tipos de aparelhos dentais

Utilizamos acima a palavra “ortodôntico” porque são os mais comuns e realizam pequenas movimentações dentárias, mas também existem os ortopédicos, utilizados nas correções de alterações ósseas de crescimento.

 

Aparelhos ortopédicos: são colocados em crianças e adolescentes durante a fase de crescimento, inibindo ou estimulando o desenvolvimento dos ossos, ou ainda, redirecionando uma tendência de crescimento desfavorável. São contra-indicados para adultos, porque já passaram da fase de crescimento.

 

Aparelhos fixos: são compostos por bráquetes que podem ser metálicos, plásticos ou de porcelana, que suportam o arco metálico. Esse tipo de aparelho entre os dentes superiores e inferiores causam um melhor engrenamento e alinhamento, proporcionando um sorriso equilibrado.

 

Aparelhos móveis: movimentam mais lentamente os dentes e de maneira bastante limitada. Não são recomendados para todos os casos.

 

Aparelho lingual: existem aquelas pessoas que não querem de jeito nenhum que o aparelho apareça, então existem algumas possibilidades mais estéticas, porém, não são recomendadas para todos os casos. No aparelho lingual, por exemplo, os braquetes ficam na parte interna dos dentes, o que não interfere no visual do sorriso. Porém, por estar em contato direto com a língua, ele exige um tempo maior de adaptação. Geralmente, é indicado para tratamentos mais rápidos e menos complexos.

 

Autoligável: sabe as famosas borrachinhas do aparelho fixo tradicional? Não existem nesse. Ele possui uma tecnologia que segura o fio que liga os braquetes. E melhor ainda, diminui consideravelmente o tempo do tratamento, já que é mais eficiente, além de contribuir para a higiene. Sem as borrachas, a limpeza é facilitada.

 

Alinhador: esse é um dos tipos de aparelhos dentais mais comuns, que unem estética e funcionalidade. É removível e transparente, praticamente imperceptível no sorriso. As placas são desenvolvidas de acordo com a arcada dentária de cada paciente e faz uma movimentação gradual dos dentes até que o resultado seja alcançado.

 

Esses são alguns dos tipos de aparelhos dentais mais famosos, mas existem muitos outros que são escolhidos pelo dentista para cada caso. Lembrando que é muito difícil prever quanto tempo dura um tratamento, porque depende de vários fatores como resposta biológica do organismo, tipo de má oclusão, tipo de aparelho indicado e colaboração do paciente.

 

É importante procurar um profissional de confiança e, claro, comparecer em todas as consultas de manutenção. E se quiser saber mais sobre os tipos de aparelhos dentais, entre em contato conosco e agende uma avaliação. Temos excelentes profissionais para te atender! Clique aqui!

 

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